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High voltage power line with amazing  lightning

Saiba mais sobre sistema de proteção para instalação fotovoltaica

Talvez você ainda não tenha pensado nisso, mas instalações elétricas podem estar sujeitas a descargas atmosféricas ou decorrentes de relâmpagos, por isso é necessário um sistema de proteção para instalação fotovoltaica.

Os riscos existem por causa da exposição às intempéries, que aumentam as possibilidades de ocorrência de acidentes, os quais variam em proporção e intensidade.

Por isso, podem causar a queima de componentes elétricos, danos permanentes nos painéis solares (diminuindo desempenho e vida útil), ou mesmo incêndios. Entenda como preservar a instalação fotovoltaica.

Sistemas de Proteção Contra Descargas Atmosféricas — SPDA

Sistemas de Proteção Contra Descargas Atmosféricas

Em síntese, essa proteção é um para-raios com um fio aterrado que dissipa as descargas elétricas.

Um estudo sobre o tema, realizado por professores da Universidade de Campinas, mostra que para o desenvolvimento do SPDA são considerados os seguintes aspectos:

  • o sistema de aterramento do sistema de geração solar fotovoltaica deve ser interligado ao de aterramento principal da instalação;
  • os condutores de equipotencialidade devem ser roteados em paralelo e o mais próximo possível dos cabos de corrente contínua;
  • os condutores de sinal devem estar incluídos no sistema de proteção.

Pode acontecer de a instalação do SPDA não ser necessária, contudo, é preciso uma atenção especial para a escolha do nível de proteção do DPS (dispositivos de proteção contra surtos).

 

Leia também: Ter um sistema de energia solar valoriza o imóvel.

 

Dispositivos de Proteção Contra Surtos — DPS

DPS - Sistema de Proteção para Instalação Fotovoltaica

Surtos são oscilações na tensão elétrica que podem queimar aparelhos elétricos ou danificar os equipamentos do sistema. Por isso, cada DPS possui uma finalidade de acordo com cada situação:

  • instalações que levam descargas atmosféricas diretamente nas hastes de para-raios ou na rede elétrica. É utilizada em indústrias ou edifícios, construções de alturas elevadas;
  • proteção do local contra o excesso de tensão. Dispositivos utilizados em residências;
  • proteção de equipamentos sensíveis a surtos, ou seja, dispositivos instalados em cada aparelho.

 

Aproveite para saber também: Como fica a orientação e inclinação dos painéis solares?

 

Quando inativo, o DPS age como um circuito aberto (a corrente não passa). Na ocorrência de um surto, o DPS transforma-se em um circuito fechado, desvia a corrente do condutor com excesso de tensão para o aterramento e diminui a oscilação na tensão para outros aparelhos conectados ao circuito.

Como determinar o melhor sistema de proteção fotovoltaica?

 

Escolher sistema de proteção

Segundo Hélio Sueta, engenheiro e professor da Universidade de São Paulo, vai depender de cada categoria de sistema. Em geral, o sistema fotovoltaico deve estar no volume de proteção do SPDA e um sistema específico de DPS deve ser instalado para proteção dos componentes. Um é geral, outro é específico.

A norma sobre SPDA (Sistemas de Proteção de Descargas Atmosféricas) NBR 5419 define qual o tipo de DPS correto para a instalação baseado na distância do condutor de descida de descarga atmosférica e de outros circuitos da instalação.

Conseguiu entender melhor sobre proteção para instalação fotovoltaica? Acesse o nosso site, temos uma Plataforma de Projetos Fotovoltaicos e Homologação nas distribuidoras de energia. Temos também uma equipe de especialistas para tirar suas dúvidas, entre em contato conosco ou faça uma simulação de projeto de energia solar.

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Aerial view of solar power plant with blue photovoltaic panels mounted of apartment building roof.

3 modalidades de geração de energia solar e como funciona cada uma

O sistema fotovoltaico funciona a partir da captação da luz do sol por meio de painéis solares e, com isso, é produzida energia. No entanto, existem modalidades de geração de energia solar diferentes e o melhor é compreender cada uma delas para saber as vantagens.

Em 2015 no Brasil, a Agência Nacional de Energia, criou a Resolução Normativa 687, que possibilitou a flexibilização da geração doméstica de energia. Então, tornou-se possível produzir e consumir energia elétrica no mesmo local.

Além disso, também foram aprovadas três modalidades de geração de energia solar distribuída: o empreendimento com múltiplas unidades consumidoras, a geração compartilhada e o autoconsumo remoto. Vamos falar sobre cada uma abaixo.

Empreendimento com múltiplas unidades consumidoras

Empreendimento com múltiplas unidades consumidoras

A modalidade em questão é composta por condomínios, que podem ser de casas ou apartamentos (residenciais ou comerciais), e é caracterizada pela utilização da energia elétrica de forma independente.

No caso das instalações para atendimento de áreas de uso comum, como salões de festas e outros, é necessária uma unidade consumidora distinta, de responsabilidade do condomínio, ou proprietário do imóvel.

Leia também: Como funciona a geração de energia solar em dias de chuva?

Além disso, é importante que os consumidores estejam localizados em um mesmo apartamento, ou que estejam próximos, pois assim como as demais despesas do condomínio, a energia utilizada é dividida entre os moradores.

Energia solar em condomínio de apartamentos

Energia solar múltiplas unidades

Por exemplo, vamos imaginar um condomínio de apartamentos, e que os condôminos decidem que a área de instalação do sistema fotovoltaico será a garagem do prédio ou uma área da cobertura do edifício.

Eles também poderão decidir se irão instalar um sistema que vá suprir apenas a energia consumida nas áreas comuns do edifício, ou suprir o consumo dos apartamentos dos moradores que estão inclusos no acordo, e ainda podem optar por suprir ambos.

Sendo assim, após o sistema ser instalado, cada condômino poderá compensar parte da energia gerada em sua conta de luz individual, ou compensar o consumo de alguma área comum do condomínio.

Geração compartilhada

Geração compartilhada

A geração compartilhada se caracteriza por possibilitar o compartilhamento de energia de micro ou minigeração entre um grupo de pessoas, que esteja dentro da mesma área de concessão ou permissão.

Esse modelo é utilizado por pessoas físicas/jurídicas, que se unem em consórcio ou cooperativa, estando em locais atendidos pela mesma rede distribuidora de energia, para investir em um único sistema fotovoltaico que possibilite economia em suas faturas.

A geração compartilhada é dividida em duas capacidades, de acordo com a REN nº 482:

  • Microgeração distribuída: central geradora de energia elétrica, cuja potência instalada é menor ou igual a 75 kW;
  • Minigeração distribuída: mesmo critérios da microgeração, porém com potência instalada superior a 75 kW e menor ou igual a 5MW.

Por exemplo, alguns empresários de um prédio comercial resolvem se unir para instalar o sistema fotovoltaico. Mas para isso acontecer, será necessário instalar o sistema em um terreno, que pode não ser do prédio. Lá será, portanto, a usina de geração de energia solar deste grupo de pessoas.

Aproveite para saber também sobre a proposta da Lei de Energia Solar no Brasil.

Autoconsumo remoto

Autoconsumo remoto

Para finalizar, vamos falar da modalidade do autoconsumo remoto, que permite que seja instalado seu próprio sistema fotovoltaico em um terreno ou imóvel e utilizar os créditos de energia em outro lugar.

O autoconsumo remoto possibilita que uma pessoa física, com posse de mais de um imóvel, seja micro ou minigerador de energia distribuída, e assim consiga compartilhar o crédito de energia nos dois imóveis, porém as propriedades precisam estar na mesma área de distribuição.

Por exemplo, vamos supor que você tenha duas moradias, uma em um prédio e outra uma cidade do interior. Com o autoconsumo remoto, você pode instalar um sistema de energia solar fotovoltaico na sua casa do interior e utilizar os créditos de energia para o apartamento onde você mora.

Gostou de conhecer melhor as três modalidades? Então, acompanhe outros artigos em nosso blog, ou faça já uma simulação de projeto de energia solar e tire dúvidas com nossa equipe de especialistas.

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Solar panels and wind turbines.Concept of saving money.

Como calcular o ROI em energia solar?

O investimento em sistemas fotovoltaicos se tornou uma forma de economizar com a conta de luz e também uma estratégia de sustentabilidade importante. Então, em razão do aumento da procura por essa alternativa, surgem dúvidas sobre como calcular o ROI em energia solar.

Isso porque pessoas e gestores de empresas querem saber como podem identificar o retorno que obtiveram sobre o investimento em um sistema de energia solar, ou seja, em um sistema fotovoltaico.

Então, vamos explicar melhor o ROI em energia solar neste artigo e falar das particularidades do cálculo quando se trata da geração de energia a partir da luz do sol.

Primeiro, entenda o que é ROI

Return on Investment

A sigla ROI se refere a Return On Investment, que em tradução livre significa Retorno Sobre o Investimento. Consiste em um cálculo feito para mostrar o percentual de retorno que é obtido através de um investimento.

No caso da energia solar, será o investimento em um sistema fotovoltaico. O procedimento para muitas pessoas pode ser pouco conhecido, mas o retorno é garantido, tanto para pessoas físicas quanto pessoas jurídicas que decidem produzir energia solar por meio de um sistema desses.

ROI de um sistema fotovoltaico

ROI de um sistema fotovoltaico

Fazer o cálculo do ROI de um sistema fotovoltaico é importante para avaliar se o sistema instalado está sendo rentável para o proprietário.

De acordo com o cálculo, é possível ter conhecimento do quanto a tecnologia ajudou na redução de custos com energia elétrica.

Para empresas, o ROI é um excelente indicador porque facilita a tomada de decisão dos gestores, juntamente com sócios e investidores, com o objetivo de atrair negócios e realizar novos projetos para a empresa.

Como calcular o ROI?

Como calcular o ROI

Para calcular o ROI existem algumas variáveis que devem ser consideradas, porque o cálculo não é feito da mesma forma para todos:

  • tarifas de energia da região;
  • padrão de consumo do imóvel;
  • potência do sistema;
  • custo de oportunidade de investimento em energia solar;
  • valorização do imóvel com o sistema instalado;
  • índice de radiação solar da área.

Todos esses pontos são importantes para que se tenha uma visão mais ampla do custo de instalação do sistema e, assim, do quanto de retorno sobre o investimento pode ser obtido nesse cenário.

Leia também: Os benefícios da energia solar no agronegócio brasileiro.

Um cálculo simplificado do ROI leva em consideração a rentabilidade, que deve ser calculada dividindo o valor economizado pelo total que foi investido no sistema e, por fim, multiplicando o resultado por 100.

Nesse caso, se o valor investido foi R$ 30 mil, e houve uma economia de R$ 5.000,00, a rentabilidade será de 20%.

Painéis solares: quantidade, área mínima valor da instalação

Ao considerar a instalação de painéis solares, o primeiro pensamento que vem à mente é a quantidade necessária para a área em questão, de forma que se tenha uma ideia do custo. Para isso, é necessário que se faça o seguinte cálculo:

1 painel = 265 W/dia (em 4,93 horas de irradiação diária)

Energia = 265 x 4,93 x (1 – 0,20) = 1,04 kWh/dia

Para o mês, o cálculo será desta forma:

Energia = 1,04×30 = 31,20 kWh/mês

Sendo assim, se essa residência conseguir gerar cerca de 250 kWh/mês é necessário que se tenha um número Y de painéis. O cálculo, então, será feito da seguinte maneira:

1 painel = 31,20 kWh

Y painéis – 250 kWh

1/Y = 31,30/250

31,20 x Y = 250 x 1

Y = 250/31,20

Y = 8,01

 

Sendo assim, nesse local será necessário que sejam instalados 8 painéis.

 

Leia também: Como fica a orientação e inclinação dos painéis solares?

 

Entretanto, não basta saber o número de painéis para o local em questão. É preciso também saber a área necessária para que haja a instalação de todos os painéis previstos na conta.

O cálculo deve ser feito levando em consideração que hoje em dia as potências mais usadas são de 330 a 350 Wp. Em alguns casos, quando não se tem uma área ideal, são usados módulos com 400 Wp.

6440/330 = 19 ou 20 módulos (placas de 2 m²). Sendo assim, a área mínima necessária será de 40m² > 20x2m² = 40m²

6440/400 = 16 ou 17 módulos (placas de 2m²). Sendo assim, a área mínima necessária será de 34m² > 17x 2m² = 34m²

 

Como definir o valor final de uma instalação de sistema solar?

O cálculo para o valor final de uma instalação de sistema solar vai de acordo com as necessidades do cliente e do local. Para ter uma ideia, é necessário que se tenha em mente a quantidade de energia em kWh necessária para atender ao imóvel.

Outros pontos também serão considerados nesse processo, como o cálculo previsto na simulação da instalação de acordo com o consumo médio do local e também o valor do Kwh da região onde está sendo feita a instalação.

Ainda tem dúvidas sobre como calcular o ROI em energia solar e quer eliminar todas elas? Faça uma simulação de projeto de energia solar e fale com a nossa equipe de especialistas!

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Como funciona a geração de energia solar em dias de chuva?

A instalação de sistemas fotovoltaicos tem crescido bastante nos últimos anos, pois as pessoas têm buscado nessa ferramenta uma forma sustentável de obter energia elétrica e também para driblar as altas tarifas de energia elétrica tradicional. Mas sempre fica a dúvida se é possível gerar energia solar em dias de chuva.

É verdade que, mesmo no Brasil, enfrentamos dias nublados e chuvosos. Mas isso não impacta significativamente o total de geração de energia a partir da luz solar. Vamos explicar em detalhes.

Como funciona a energia solar em dias chuvosos e nublados?

placa solar na chuva

 

A geração de energia em dias de chuva não é interrompida porque a tecnologia tem uma ligação muito maior com os raios solares do que o calor proporcionado pelo sol e é isso o que pode gerar confusão para algumas pessoas.

O processo de geração de energia não é interrompido porque mesmo em períodos nublados e chuvosos ainda se tem a incidência de raios solares, que fornecem energia para as placas. Entretanto, ocorre uma diminuição nessas situações.

Leia também: Como escolher energia solar deixa o ar mais limpo.

Sendo assim, os painéis permanecerão captando a incidência dos raios solares e funcionando mesmo que isso seja de uma forma reduzida, comparado aos dias ensolarados em que a luminosidade é maior, por isso o volume de energia gerada é maior.

Para evitar maiores problemas, é preciso que sejam escolhidos equipamentos de alta qualidade, visto que nesses dias eles terão um desempenho muito melhor, evitando assim maiores problemas.

A eficiência é prejudicada em dias chuvosos e nublados?

dia nublado

Não. Na verdade, o processo de geração de energia continua acontecendo mesmo em dias nublados e chuvosos.

De fato, o fornecimento de energia passa a ser ligeiramente menor, visto que as nuvens impedem a passagem dos raios solares, o que prejudica que eles cheguem até as placas, que os transformarão em energia.

Por outro lado, em dias que a geração de energia ocorre com potência total, pode ser gerado um excedente que, depois de injetado na rede convencional, vai ser convertidos em créditos de energia para o proprietário do sistema. Outra hipótese é o excedente ser armazenado em baterias, que falaremos mais adiante.

Benefícios tecnologia de geração de energia solar

Para entender mais, leia também: 3 benefícios da tecnologia de geração de energia solar.

Em dias nublados ou com chuva, a depender da quantidade de nuvens e de outros aspectos que podem impedir a passagem dos raios, mesmo que a eficiência não seja total é possível conseguir ao menos 30%.

Tendo em vista que dias assim não costumam se estender sem interrupções, logo a produção volta ao padrão.

Armazenamento de energia

Ainda existe a possibilidade de suprir esses problemas e reverter a situação utilizando algumas estratégias, como o armazenamento de energia.

Em dias de muito sol, quando há a geração de mais energia do que o necessário, é possível realizar o armazenamento da energia excedente.

Isso é possível devido a um sistema desenvolvido pela ANNEL (Agência Nacional de Energia Elétrica) que garante que a energia excedente seja cedida e injetada na rede de distribuição da região e se transforme em créditos, que poderão ser usados mais tarde.

O que fazer quando a energia solar não está sendo gerada?

baterias solares

Para os momentos nos quais não há uma energia solar sendo gerada de forma adequada e suprindo as necessidades do local, existem algumas soluções que podem ser adotadas.

Uma estratégia é utilizar as baterias solares. Elas podem ser encontradas de três formas distintas: chumbo-ácido, níquel-cádmio e íons de lítio. Essas baterias podem valorizar ainda mais o funcionamento do sistema de energia solar.

Sendo assim, uma opção de aproveitamento é inserir as baterias conectando-as a rede para garantir que haja o armazenamento de energia quando os dias chuvosos afetarem a produção.

Conseguiu entender melhor e eliminar de vez essa dúvida? Então, agora só falta simular o seu projeto de energia solar.

Ou entre em contato com a nossa equipe para perguntar qualquer curiosidade. Seja livre e gere sua própria energia o quanto antes, este é o caminho!

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Engineers hat and the graph are placed on the solar panel, alternative electricity source, concept of sustainable resources

Saiba mais sobre a proposta da Lei de Energia Solar no Brasil

Saiba mais sobre a proposta de Lei da Energia Solar no Brasil

A Câmara dos Deputados aprovou em agosto deste ano o projeto de Lei 5829/19 que define as regras para a produção de mini e micro geração de energia solar.

No entanto, a proposta ainda vai ser submetida a votação no Senado Federal, onde pode sofrer alterações, e depois encaminhada para a sanção presidencial para ser aprovada ou vetada.

O texto estabelece uma transição para a cobrança de encargos e tarifas de uso dos sistemas de distribuição por parte dos mini e micro geradores de energia.

Benefícios da Lei de Energia Solar para o setor

 

Setor de Energia Solar

De acordo com o projeto, até 2045 os produtores já existentes vão pagar a tarifa somente sobre a diferença, caso seja positiva, entre o consumido e o gerado e injetado na rede na distribuição, como é feito atualmente.

Caso aprovada, a regra também vai beneficiar os consumidores que, em até 12 meses a partir da publicação da futura lei, pedirem acesso à distribuidora por meio do Sistema de Compensação de Energia Elétrica (SCEE).

Quem começar a geração de energia após esse prazo de um ano vai ter uma transição de sete a nove anos para o pagamento dos encargos de distribuição.

A lei de energia solar vai beneficiar a modalidade de geração distribuída, em que os consumidores geram a própria energia e injetam o excedente na rede.

Impulso na produção e no consumo de energia solar

Segundo os Estudos do Plano Decenal de Expansão de Energia 2031, da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), vinculado ao Ministério de Minas e Energia, o incentivo provocado pela nova lei de energia solar pode aumentar em até 680% o uso desta tecnologia no Brasil até 2031.

A estimativa é que 4,1 milhões de pessoas tenham energia solar em casa até 2031 com a lei sobre energia solar. De acordo com a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), há 525 mil usuários desse sistema atualmente.

O estudo revela ainda que a aprovação do projeto de lei de energia solar pode resultar em uma potência instalada de 35,6 gigawatts (GW), ante 6,2 GW hoje. O total de investimento nessas instalações somaria 120 bilhões de reais.

Mais investimentos e trabalho

impulso na produção e no consumo de energia solar

A nova lei de energia solar vai oferecer mais segurança jurídica aos investidores e consumidores e desenvolver o setor de energia renovável.

Além disso, vai diversificar a matriz energética e diminuir a pressão sobre o sistema elétrico nacional, que sofre constantemente com as crises hídricas.

Conforme dados do Instituto Nacional de Energia Limpa (INEL), desde 2021 a energia solar movimentou mais de 38 bilhões de reais e gerou 224 mil postos de trabalho no Brasil.

Leia também: Como está o cenário atual da energia solar no Brasil.

Apesar desses números animadores da última década, a energia solar representar ainda um baixo percentual de toda energia no país. A aprovação da Lei 5829/19 vai potencializar a entrada de investidores e resultar na criação de mais empregos.

Bom ter acesso a tanta informações promissoras relativas à Lei de Energia Solar, não é? Se você ainda não produz a sua própria energia, acesse o nosso site e faça uma simulação de projeto de energia solar. Aproveite para assinar nossa newsletter e receber novidades do blog para ficar por dentro do que acontece no setor.

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